O olhar e a atenção
Qual o tipo de foco que o psicólogo deve ter em seus atendimentos? Como prestar atenção de uma forma que favoreça boas intervenções? Diferentes matrizes sensoriais – a audição, o
Sou psicólogo formado pela USP e atuo como psicoterapeuta e orientador vocacional. Minha missão é auxiliar pessoas a se conhecerem melhor, enfrentarem desafios e encontrarem caminhos mais conscientes e satisfatórios em suas vidas pessoais e profissionais.
Minha prática é fundamentada na psicanálise, uma abordagem que busca ajudar as pessoas a terem maior consciência de seus sentimentos, pensamentos e comportamentos. A partir do diálogo e da escuta qualificada, buscaremos que você possa construir sentidos e possibilidades para o que está vivendo.
A terapia é um processo de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal, conduzido através da escuta atenta e cuidadosa. Aqui, cada pessoa é acolhida em sua singularidade, considerando sua história, contexto social e modo único de existir no mundo.
Por meio da abordagem psicanalítica, a terapia permite explorar questões profundas, dar sentido ao sofrimento e encontrar novos caminhos diante dos impasses da vida.
A orientação vocacional é um espaço de escuta e descoberta, voltado principalmente para adolescentes e jovens que estão diante da difícil decisão sobre que caminho seguir na vida profissional.
Mais do que indicar uma profissão, o processo ajuda o jovem a revisitar sua história, entender seus critérios de escolha, lidar com as angústias que essa decisão envolve e pesquisar ativamente sobre as possibilidades
Em todos os trabalhos que realizo, tenho como princípio acompanhar as pessoas em sua singularidade. Seja online ou presencial, o atendimento é planejado de modo que eu me acomode a sua maneira de ser, para que você possa se situar frente a sua história e superar desafios, projetando-se com esperança para o futuro.
Acredito que cada pessoa é única e carrega em si um saber construído a partir de sua história. Meu papel como terapeuta é acompanhar o paciente em sua jornada de descoberta, respeitando seu ritmo, suas perguntas e seus modos de ser.
Acredito que, na perspectiva de cada um e dentro de sua história, as maneiras como as pessoas agem são compreensíveis (não raro estão fazendo o melhor possível para elas naquele momento).
A questão é frequentemente auxiliar a pessoa a elaborar sua experiência para que ela possa apropriar-se desse saber. E digo que sou guiado pelos pacientes pois em geral eles, por pressentimento, guiam suas terapias para a dimensões mais relevantes para seu desenvolvimento pessoal.
Às vezes a pressão por produtividade no mundo é tamanha que as pessoas chegam na terapia buscando ainda mais um recurso para tornar suas vidas mais “produtivas”. Ao meu ver, é importante que as pessoas entendam o sentido que seu sofrimento tem para elas, pois muitas vezes é pelo sofrimento que as pessoas podem reconhecer o que realmente é valioso e pelo que realmente anseiam. Dessa forma, a terapia é um processo que envolve se posicionar frente à própria existência de um modo mais amplo que simplesmente resolver problemas.
Alguns pacientes têm dificuldades significativas no seu cotidiano ou em diferentes áreas da vida e eu considero importante pensar junto com os pacientes em maneiras viáveis de lidar com essas situações. Acredito que existam terapeutas que enfocam excessivamente as dimensões subjetivas e deixam de lado dificuldades práticas do dia-a-dia, o que pode deixar alguns pacientes desamparados.
Eu não sou portador da verdade: a verdade é uma busca, na qual sempre pode-se avançar. Mas se tenho uma impressão clara de que algo acontece com a pessoa, vou, em momento propício, comunicá-la. Acho que poupa o tempo da pessoa e a alivia. Há analistas que esperam meses para que seja formulada uma questão de análise, eu em geral coloco em palavras o que acho que se passa relativamente rápido, com cuidado, é claro.
A escuta que ofereço reconhece o sofrimento como parte da condição humana e da realidade social de cada pessoa. Respeito a singularidade de cada um — seus ritmos, vivências e modos de ser — sem reduzir ninguém a rótulos ou categorias.
Acredito que entender o contexto social e histórico de quem sofre é essencial para que a terapia seja, de fato, um espaço de transformação e dignidade.
Acolhimento guiado pelo cliente e intervenções sensíveis e oportunas.
Integração entre subjetividade e aspectos práticos da vida cotidiana.
Percepção ampla das condições sociais, opressão e dignidade humana.
Qual o tipo de foco que o psicólogo deve ter em seus atendimentos? Como prestar atenção de uma forma que favoreça boas intervenções? Diferentes matrizes sensoriais – a audição, o
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